Pular para o conteúdo principal

Porque Não


olha a chuva vamos correr
a rua esta quase deserta
alguns olhos brilham nas sombras entre as lixeiras

olha a chuva vamos correr
a janela reflete o brilho das luzes
o céu fica mais próximo e quase posso tocá-lo
as cores ganham uma textura especial

olha a chuva vamos correr
o som das gotas tocando o solo me embala
a brisa me refresca a alma
a água cria espelhos pelo chão
o lago ganha formas inebriantes

olha chuva vamos correr
vamos correr
vamos correr
vamos correr pra fora
e aproveitar a chuva

Comentários

  1. Bah guri, Cada dia melhor seu blog, e a cada dia vc me surpriende com tamanha ....




    não Celso não é burrice é capacidade de pensar, parabéns cara, vc é mó doido.

    ResponderExcluir
  2. concordando com o comentário anterior, venho parabenizá-lo e fazer uma cobrança:

    pq nao fala mais comigo?????

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Então...Não é mais Natal!

Então... não é mais natal... e o que você está fazendo? Quando o natal termina voltamos a nossa insensatez Provavelmente você já ouviu alguém dizer: - Porque é natal eu vou "fazer isso". ou - Tudo bem, hoje é natal. Mas hoje não é mais natal, então retornam hoje todos os repúdios retornam hoje todo o ódio e o rancor retorna hoje todo nosso desejo de vingança Porque temos que marcar datas para sermos compreensivos, caridosos ou qualquer outro adjetivo hipócrita? É uma espécie de redenção pelos dias que não fomos? Ou um banco pelos dias que não seremos? A tecnologia avança e o ser humano regride. Já pensou se todos fossem o que aparentam ser no Natal? Então... hoje não é mais natal E o que você vai fazer?

Entorpecido

  o que foi isso? não entendi na verdade já sabia só não aceitei muito bem o som me embriaga a imagem me ofusca a visão o cheiro me inebria   mas o instinto é raro e a razão tem vez aniquilo o animal mas caio por terra também abatido embriagado de dor e inebriante febre ofuscando o desejo pra prevalecer a serenidade

Viagem

eu ouço a música, ela me droga como o mais puro ópio me carrega e viajo por horizontes inimagináveis observo a fantasia que ela cria em minha mente brinco e transformo-a a meu modo a cada acorde, a cada batida, a cada tom, um novo mundo a explorar e a realidade como meu pobre consciente conhece, transforma-se em nada e da espaço à maravilhosa experiência de EXISTIR